Uma poesia do Ciza. A VELA, A BRASA E O AMOR. I A vela é a vida, a brasa é o amor! A vela se apaga com o vento, a brasa se acende com o vento. A vela é a luz dos poetas, a brasa é o poeta vivo. A vela incendia a casa, a brasa incendia os campos. A vela quando assoprada, apaga. A brasa quando assoprada acende. A vela morre com o fogo, a brasa vive com o fogo. A vela é a religião, a brasa é a revelação. A vela fica na mão do alguém, a brasa não fica na mão de ninguém. A vela é o perdão, a brasa é o coração. II Você já pediu perdão a Deus à luz de vela? Sim. Você já pediu perdão a Deus à luz de brasa? Não. III A vela é artificial, a brasa é material. A vela com calor perde a força, a brasa com o calor ganha força. A vela teme o vento, a brasa o adora. A vela depende do pavio, a brasa depende do assopro. A vela é silenciosa, a brasa explode. A vela é nossa morte eterna, a brasa é nossa vida passageira. IV Você já assoprou uma vela? Sim. Você já assoprou uma vela? Não. Você já namorou à luz de vela? Sim. Você já namorou à luz de brasa? Não. Você já jantou à luz de vela? Sim. Você já jantou à luz de vela? Não. Você já pisou em uma brasa? Sim. Você já pisou em uma vela? Não. Você já chorou à luz de vela? Sim. Você já chorou à luz de brasa? Não. Você já caminhou à luz de vela? Sim. Você já caminhou à luz de brasa? Não. V Quando você pedir algo a Deus não precisa de vela, nem de brasa. Só precisa de fé e amor. O Pai do céu ilumina os nossos passos. Obrigado Senhor. Foi o poeta que falou: O machado que corta, dá golpe sem dor. Ciza. 2013.
ResponderExcluirFim de Ano. Apresento o Sammy, meu neto. Filho de Emanuelle e Samuel. Fantasiado pra festa do Halloween.
Uma poesia do Ciza.
ResponderExcluirA VELA, A BRASA E O AMOR.
I
A vela é a vida, a brasa é o amor!
A vela se apaga com o vento, a brasa se acende com o vento.
A vela é a luz dos poetas, a brasa é o poeta vivo.
A vela incendia a casa, a brasa incendia os campos.
A vela quando assoprada, apaga. A brasa quando assoprada acende.
A vela morre com o fogo, a brasa vive com o fogo.
A vela é a religião, a brasa é a revelação.
A vela fica na mão do alguém, a brasa não fica na mão de ninguém.
A vela é o perdão, a brasa é o coração.
II
Você já pediu perdão a Deus à luz de vela? Sim.
Você já pediu perdão a Deus à luz de brasa? Não.
III
A vela é artificial, a brasa é material.
A vela com calor perde a força, a brasa com o calor ganha força.
A vela teme o vento, a brasa o adora.
A vela depende do pavio, a brasa depende do assopro.
A vela é silenciosa, a brasa explode.
A vela é nossa morte eterna, a brasa é nossa vida passageira.
IV
Você já assoprou uma vela? Sim.
Você já assoprou uma vela? Não.
Você já namorou à luz de vela? Sim.
Você já namorou à luz de brasa? Não.
Você já jantou à luz de vela? Sim.
Você já jantou à luz de vela? Não.
Você já pisou em uma brasa? Sim.
Você já pisou em uma vela? Não.
Você já chorou à luz de vela? Sim.
Você já chorou à luz de brasa? Não.
Você já caminhou à luz de vela? Sim.
Você já caminhou à luz de brasa? Não.
V
Quando você pedir algo a Deus não precisa de vela, nem de brasa. Só precisa de fé e amor. O Pai do céu ilumina os nossos passos. Obrigado Senhor.
Foi o poeta que falou: O machado que corta, dá golpe sem dor.
Ciza. 2013.