quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Sammy no Halloween


2 comentários:


  1. Fim de Ano. Apresento o Sammy, meu neto. Filho de Emanuelle e Samuel. Fantasiado pra festa do Halloween.

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  2. Uma poesia do Ciza.
    A VELA, A BRASA E O AMOR.
    I
    A vela é a vida, a brasa é o amor!
    A vela se apaga com o vento, a brasa se acende com o vento.
    A vela é a luz dos poetas, a brasa é o poeta vivo.
    A vela incendia a casa, a brasa incendia os campos.
    A vela quando assoprada, apaga. A brasa quando assoprada acende.
    A vela morre com o fogo, a brasa vive com o fogo.
    A vela é a religião, a brasa é a revelação.
    A vela fica na mão do alguém, a brasa não fica na mão de ninguém.
    A vela é o perdão, a brasa é o coração.
    II
    Você já pediu perdão a Deus à luz de vela? Sim.
    Você já pediu perdão a Deus à luz de brasa? Não.
    III
    A vela é artificial, a brasa é material.
    A vela com calor perde a força, a brasa com o calor ganha força.
    A vela teme o vento, a brasa o adora.
    A vela depende do pavio, a brasa depende do assopro.
    A vela é silenciosa, a brasa explode.
    A vela é nossa morte eterna, a brasa é nossa vida passageira.
    IV
    Você já assoprou uma vela? Sim.
    Você já assoprou uma vela? Não.
    Você já namorou à luz de vela? Sim.
    Você já namorou à luz de brasa? Não.
    Você já jantou à luz de vela? Sim.
    Você já jantou à luz de vela? Não.
    Você já pisou em uma brasa? Sim.
    Você já pisou em uma vela? Não.
    Você já chorou à luz de vela? Sim.
    Você já chorou à luz de brasa? Não.
    Você já caminhou à luz de vela? Sim.
    Você já caminhou à luz de brasa? Não.
    V
    Quando você pedir algo a Deus não precisa de vela, nem de brasa. Só precisa de fé e amor. O Pai do céu ilumina os nossos passos. Obrigado Senhor.
    Foi o poeta que falou: O machado que corta, dá golpe sem dor.
    Ciza. 2013.

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